Renascimento


Em 2011, depois de um breve período de abandono, a Quinta de Covela voltou a reerguer-se com novos proprietários oriundos de áreas tão diversas como finanças, agricultura e media. Cientes da excelente reputação da marca que os vinhos Covela deixaram entre os enófilos, optaram por reconduzir a antiga equipa, nomeadamente o enólogo Rui Cunha, envolvido no projecto original desde 1992 e responsável pela criação dos vinhos Covela desde 1998. Estes continuam a ser assemblages de castas portuguesas e internacionais, com as castas Avesso e Touriga Nacional servindo de traves-mestra.

Arinto, Chardonnay, Viognier e Gewürztraminer reforçam o Avesso nos brancos, enquanto Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot Noir - as três principais castas dos vinhos de Bordéus - complementam a Touriga Nacional para gerar tintos de personalidade forte.

Nos últimos dias do Verão a vindima é realizada manualmente, por parcela e por casta de forma minuciosa. Segue-se a fermentação alcoólica, em cascos de carvalho ou em cubas de aço inox, dando origem aos Vinhos COVELA Escolha, COVELA Rosé e COVELA Reserva.

Nos anos em que a colheita atinge uma qualidade excepcional é produzida uma edição especial COVELA Fantástico. O engarrafamento, rotulagem e armazenamento são realizados na quinta.

Com o intuito de manter a Quinta de Covela na vanguarda das tendências do universo dos vinhos e explorar o seu invulgar potencial, renasce também este ano um campo experimental, com uma dúzia de castas, na sua maioria portuguesas e menos conhecidas internacionalmente. Os resultados destes estudos e ensaios poderão transformar-se futuramente em novos rotulos dos vinhos Covela, ou em novas assemblages da marca.
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