História


Datada do Século XVI, a antiga Casa de Covela, formada pelas ruinas do solar renascentista, os lagares e a capela, testemunha a presença multisecular da produção de vinho e a importância histórica desta quinta.

Em tempos mais recentes, a Covela pertenceu a Manoel de Oliveira, um dos mais importantes cineastas europeus da segunda metade do século passado, com uma obra e capacidade de trabalho impares - o realizador produziu filmes até falecer, em 2015, com 106 anos. Homem do Renascimento", Manuel de Oliveira transformou a quinta em várias frentes, construindo aquedutos, muros maciços, casas de pedra e eiras de granito para secar o milho aqui cultivado.

No final dos anos 80, a quinta foi adquirida pelo empresário Nuno Araújo que investiu fortemente nas vinhas e nos vinhos e criou a marca Covela. Nos anos seguintes os vinhos foram ganhando uma crescente notoriedade nacional e internacional com os seus rótulos modernos e assemblages distintas. Finalmente, em 2007, a conquista do estatuto de produtor biodinâmico, colocou a Quinta de Covela firmemente na vanguarda vinhateira do país.

Além da casa principal e da adega, desenhadas e ampliadas pelo cineasta durante os anos 50, a Quinta de Covela possui, atualmente, três casas modernas, de linhas sóbrias cujo projeto arquitetónico é assinado por José Paulo dos Santos, um dos mais conceituados arquitectos de Portugal. Com interiores confortáveis e contemporâneos, estas casas desfrutam de uma vista cinematográfica sobre as vinhas e o deslumbrante vale do Douro.
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